quinta-feira, 20 de abril de 2023

Among the Mist

Banda: Among the Mist

Género: Power Metal

Localidade: Andorra-a-Velha, Andorra 🇦🇩

Período em atividade: 1999-2002


Membros:

Jaime Ribolleda (vocalista)

Oriol Garcia (guitarrista)

Eugenio Serrano (baixista)

Aleix Dorca (baterista)


Discografia:

The Call of Ares (demo, 2002)


Recomendado para fãs de: Crystal Dragon, Antares, Mythos, Armageddon Rev 16:16

Ligações externas: RateYourMusic


quarta-feira, 19 de abril de 2023

3,14...

Banda: 3,14...

Género: Doom Metal, Metal Gótico

Localidade: Baku, Azerbaijão 🇦🇿

Período em atividade: 2006-2015


Membros:

Emin Kerimov (vocalista e guitarrista)

Max Kochetov (vocalista e baixista)

Kenan Habibov (teclista)

Yagub Kuliev (baterista)


Ex-membros:

Nurana Aliyeva (vocalista)

Elshan Aliyev (guitarrista)

Timur Huseynov (guitarrista)

Tair "Tyomnyi Gospod'" Mamedov (guitarrista)

Emin Hasanov (teclista)

Ramin Sadıqov (baterista)

Sabir Najafli (baterista)

Ilyas Ahmed-Zade (baterista)


Discografia:

Э​т​о т​о​л​ь​к​о н​а​ч​а​л​о vol​.​1 (demo, 2006)

Это только начало vol.2 (demo, 2007)

Неизбежность (álbum, 2009)

Вперёд/Обратно (álbum, 2010)

Похороны лучшего друга (álbum, 2012)

Хроники смертника (álbum, 2014)


Entre 2002 e 2006, o projeto era conhecido como Alma Mater, que contava com a participação de Emin Kerimov (vocalista e guitarrista), Max Kochetov (vocalista e guitarrista), Seva Aliyeva (vocalista) e Vadim Alekberov (baterista).


Recomendado para fãs de: Draconian, Smothering Silence, Shivered, Rising Sunset, My Silent Wake

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terça-feira, 18 de abril de 2023

Merlock

 

Banda: Merlock

Género: Power Metal, Groove Metal

Localidade: Colombo, Sri Lanka 🇱🇰

Período em atividade: 2006-2011


Membros:

Dumidu Handakumbura (vocalista e guitarrista)

Shanik Makalanda (baixista)

Niroshan De Costa (baterista)


Ex-membros:

Sajith Ranasinghe (guitarrista)

Tharindu Jayasingha (baixista)

Dimuthu Fernando (baixista)

Mikal (baixista)

Ravindu Wijesekara (baixista)


Discografia:

Crimson Skies (EP, 2007)


Entre 2005 e 2006, a banda era conhecida como Leech e tocava nu metal.


Recomendado para fãs de: Iced Earth, Beholder, Arthemis, Asuryan, Ancestral

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segunda-feira, 17 de abril de 2023

Crítica #12 - Everdawn - Cleopatra

Há certas bandas e músicas que nos marcam. Aquilo que persiste na nossa memória, pela positividade, é algo que tendemos a entrelaçar a uma plêiade de agradáveis momentos da nossa vivência, e que persistem para a posterioridade. De certo que toda a música de que gostamos faz sortir este efeito de pontificação, mas talvez somente alguns casos excecionais se destaquem, pela amplitude da sua relação com as boas vivências e singelas boas memórias, copuladas com os mais elevados patamares de qualidade artística.

O álbum de estreia dos Everdawn é uma das mais ilustres representações desse fenómeno. Uma banda cuja música nós associamos àquilo que nos é benfazejo e que é sonoramente maravilhoso, carregando consigo uma dupla importância para esta experiência de apreciação artística. Que não é unicamente a apreciação do momento, mas também o alegre reviver do passado e o acolhimento da nostalgia. Cleopatra é mais do que uma peça musical acima das mais supremas escalas de magnificência, é toda uma experiência louvável e cristalizada para a eternidade. É uma sensação de conforto, de empatia, de emoção e de felicidade.

E o fator principal que tornou esta banda numa das nossas mais recorrentes preferências foi, sem dúvida, a qualidade e pujança da sua música. Falamos de um álbum que, do início ao fim, se traduz numa autêntica obra de arte fascinante, de uma composição e música atemporal e imensuravelmente bela. Os Everdawn elevam o potencial do metal sinfónico a um patamar de incomparável superioridade, patente na instrumentação e nos vocais.

A instrumentação é de uma tecnicidade impressionante, precisa, com diversas sensibilidades progressivas, numa composição que complementa, engenhosamente, a intensidade do metal com a acessibilidade, melodia e grandiosidade do metal sinfónico. As orquestrações são notavelmente predominantes ao longo do disco e assumem uma imensa variedade de efeitos sonoros que se vão desenhando no decorrer da música. Sendo executadas com o máximo de ambição, contribuem para constituir toda uma atmosfera marcadamente etérea e transcendental, que engloba e se inter-relaciona lindamente com a instrumentação metálica. Esta combinação instrumental é absolutamente divinal e transcreve-se numa sensação de pasmo ao ouvinte, que é simplesmente inevitável por ser tão magnífica.

E o outro grande elemento definidor da musicalidade e identidade dos Everdawn é a voz de Alina. A sua proeza vocal é impressionante. Ela consegue facilmente transitar entre diversos registos vocais que vão ditando o desenvolvimento da música. E além deste aspeto mais técnico, há que destacar, invariavelmente, a imensurável lindeza e potência da sua voz. Alina é uma vocalista magnífica e a sua voz é carregada de uma forte emoção e carisma que, conjugada com a sua versatilidade, cria a receita para a perfeição. Além de também intensificar e personalizar o conteúdo lírico das músicas, exponenciando a magnificência já pré-existente das canções, a um novo grau de requinte.

É, sem dúvida, das mais belas e maravilhosas vozes que já passaram por nós. É uma voz sirénica, absolutamente encantadora e divinal, como uma presença miraculosa que abençoa a nossa audição com a mais esplendorosa e amável execução vocal possível.

Adicionalmente, as várias faixas do álbum possuem elementos sonoros, tanto vocais, como instrumentais, aparentemente mais discretos, que se vão revelando aos poucos, por cada vez que repetimos a sua escuta, que se desdobram de uma forma tão espontânea, que maravilham, consistentemente, a nossa experiência auditiva. É um exercício que demonstra a profunda proficiência, genialidade e criatividade artística destes músicos, que nunca deixa de se embelezar e revitalizar em nenhuma ocasião.

Esta é uma conjuntura que atestamos em todas as faixas do álbum. Além do facto de que todas elas são extremamente soberbas. Não existe rigorosamente nada fora do lugar, exagerado ou em falta. É como se todo o álbum tivesse sido esculpido por um autor renascentista. E é o que faria sentido, visto tratar-se de uma tentativa de captar a maravilha da essência humana através da arte - é precisamente isto o que os Everdawn fazem. Exponenciar o seu génio criativo num esforço coletivo de produção artística que externaliza o esplendor dos seus talentos e potenciais individuais. A consequência é a criação de uma maravilha artística, majestática, triunfante e musicalmente perfeita, que tão conveniente se faz representar pela real figura de Cleópatra. É um trabalho que merece todo o bom elogio e mesura possíveis, que reúne tudo aquilo que podemos, sem qualquer insistência, categorizar como uma ufana e épica obra de arte que sinonimiza com a perfeição e se encima, com todo o devido esplendor, nos supremos escalões de excelência artística.

Numa nota conclusiva, não podemos também deixar de expressar o quão gratificante e honroso é constituir um pequeno espaço de destaque e homenagem aos Everdawn neste blogue, tendo sido também uma das nossas primordiais fontes de inspiração para este projeto. Retomando as referências iniciais desta publicação, Cleopatra não é somente um álbum de estúdio, mas toda uma enriquecedora e solene experiência; não somente o expoente máximo da potencialidade do metal, mas também do mundo da música, na sua vasta globalidade e que merece ser celebrado com todo o seu fulgor.


Ficha técnica

Data de lançamento: 5 de fevereiro de 2021

Editora discográfica: Sensory Records

Faixas:

-Ghost Shadow Requiem (5:41)

-Stranded in Bangalore (3:25)

-Cleopatra (5:37)

-Your Majesty Sadness (4:54)

-Infinity Divine (4:03)

-Pariah's Revenge (4:22)

-Lucid Dream (4:02)

-Heart of a Lion (4:18)

-Toledo 712 A.D. (2:25)

-Rider of the Storm (4:10)

-The Last Eden (4:59)


Créditos:

Alina Gavrilenko (vocalista e letrista)

Richard Fischer (guitarrista)

Mike LePond (baixista)

Boris Zaks (teclista)

Dan Prestup (baterista)

Thomas Vikström (vocalista convidado, em Your Majesty Sadness)

Dan Swanö (mixagem e masterização)

Gyula Havancsák (ilustração da capa)


Darkest Place

Banda: Darkest Place

Género: Metal Gótico

Localidade: Maputo, Moçambique 🇲🇿

Período em atividade: 2006-2010

 

Membros:

Pinto Helder "Course" (vocalista)

Luana Jane (vocalista)

Roger Pinhal "Metal Slave" (guitarrista)

Mike da Costa "Michael Grim" (guitarrista)

Rui "Psycho" (baixista)

Zé Pinhal "Zezinho Gothic Boy" (teclista)

Edgar "Goro Fast" (baterista)


Ex-membros:

Mariana (vocalista)

Gerson (baixista) 

Harris (baixista)

Joelle (baixista)

Stino Matelle (baterista)

Papito "Stuped" (baterista)

 

Discografia:

E.P (EP, 2009)


A banda tinha planeado um álbum, intitulado de Ashes of the Earth, certamente planeado para 2010, mas que não foi lançado.


Recomendado para fãs de: Darcanum, I Miss My Death, Anabantha, Anzeria, Trees of Eternity

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O nosso primeiro aniversário

Olá a todos os nossos seguidores. Esperemos que esteja tudo bem convosco.

Hoje, dia 17 de abril de 2023, marca-se o primeiro aniversário do Sinfonias Etéreas, apesar do blogue só ter estado verdadeiramente ativo durante uma pequena parte da sua existência. E aproveitando este ritmo de atividade, iremos celebrar, de forma bem singela, o primeiro ano de vida do Sinfonias, com umas breves novidades que iremos apresentar, já hoje.

A primeira é que iremos partilhar a crítica a um álbum nosso favorito, de uma banda que nos é muito especial e, sem dúvida, uma das nossas principais inspirações para a fundamentação deste blogue;

A segunda é que, como já viram, não iremos ter um país específico para navegar, no decorrer desta semana. Uma vez que notámos que nem todos os países possuem o mínimo de três bandas elegíveis para elencar no blogue, achámos por bem navegar por alguns países que só possuem uma ou duas bandas do género. De modo que iremos publicar sobre algumas preciosidades exóticas pelo mundo fora que vocês certamente também gostarão.

E é claro, também, da nossa parte, uma solene nota de agradecimento a todos os seguidores do blogue pelo apoio de sempre!

Posto isto, vemo-nos em breve, e mantenham-se antenados!

domingo, 16 de abril de 2023

Crítica #11 - Stillborn - Thy Feeble Soul

O único álbum de estúdio da banda maltesa Stillborn oferece-nos um metal gótico bem simples e tradicional, mas apaixonante. Com uma pegada ligeiramente influenciada por uma sonoridade doom, os Stillborn fazem ouvir a sua música através de uma conjugação de uma instrumentação melancólica e soturna, com ricas melodias de guitarra e de teclado, e com a excelente execução vocal de Diane Castillo.

A produção do álbum, cujos resultados poderão ter sido deliberados ou não, manifesta-se numa instrumentação um pouco rígida, quase rochosa, mas convenientemente captadora de uma sensação rústica e cavernosa e simultaneamente eutímica. Concebe uma sonoridade bem característica e agradável de um metal gótico com uma estética poética mediterrânea e quase medievalista - o que julgamos bem conveniente, dado o inspirador histórico da nação maltesa.

Esta composição instrumental é uberada com os emotivos vocais de Diane, que carregam consigo um sentimento bem vívido de amargura e com uma pronúncia inglesa bem própria, que contribui para gerar uma encantadora singularidade à sua interpretação lírica. Além disso, contamos também com a presença de um vocal masculino, que, felizmente e ao contrário de uma considerável porção de bandas de metal gótico, não faz uso de vocais guturais, mas antes, de um vocal imponente e ríspido, coadunante com todos os outros elementos da música e gerador de um verdadeiramente ótimo contraste vocal (ainda que só surja ocasionalmente).

Apesar de ser um lançamento promissor, o álbum não teve seguimento e os Stillborn separaram-se, eventualmente, ainda que tenham manifestado a sua vontade para um segundo álbum. Para todos os efeitos, Thy Feeble Soul constitui-se como uma bela cristalização do legado da banda maltesa e um verdadeiro clássico do metal gótico, a ser apreciado pelos fãs mais tradicionalistas do género.


Ficha técnica

Data de lançamento: 29 de agosto de 2007

Editora discográfica: Independente

Faixas:

-Thy Feeble Soul (7:36)

-Twisted Faith (7:58)

-Rites of Passage (6:54)

-Broken Circle (5:25)

-Silent Words (7:38)

-Cross of Fire (7:51)


Créditos:

Diane Castillo (vocalista)

Raphael Grech (guitarrista)

Mario Cassar (guitarrista)

Chris Grillo (baixista)

Jade Brincat (teclista)

Brendan Cutajar (baterista)


Estes músicos não faziam parte da banda à data do lançamento do álbum, mas são creditados como tendo participado no mesmo:

Julian Cardona (vocalista)

Jean-Paul Galea (baixista)

Robert Camilleri (teclista)

Clive Bonavia (baterista)